Ontem, dia 17 o Duo de violino e piano Tânia Guarnieri e Araceli Chacon apresentaram no Teatro Rondon Pacheco um espetáculo em homenagem ao compositor Camargo Guarnieri (1907-1993), pai de Tânia. A apresentação faz parte do projeto “Pró-Música em Concerto”, temporada 2010. Performances perfeitas. A nota dissonante foi uma "voz em off" que anunciou o início do espetáculo, uma mudança no programa, recomendações para desligar celulares, e esperar o final da execução da obra para o aplauso. Devia ter parado por aí. Num estilo bem provinciano e piegas desandou a falar sobre a apresentação usando um vocabulário infantil e completamente inadequado para o momento. As duas artistas entraram no palco, "morrendo de rir". E tiveram que respirar fundo para conseguir estancar o riso. Eu acho que elas riam desta inusitada locução. Na apresentação da Sonata de Cesar Franck, depois de dois movimentos, enquanto se preparavam para começar o terceiro, alguém da platéia disse bem alto: "Que vontade de aplaudir". Foi engraçado, porque a cada movimento dá vontade de aplaudir mesmo, ainda mais que não somos acostumados a assistir concertos de música erudita.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Duo Violino e Piano -Tânia Guarnieri e Araceli Chacon
Ontem, dia 17 o Duo de violino e piano Tânia Guarnieri e Araceli Chacon apresentaram no Teatro Rondon Pacheco um espetáculo em homenagem ao compositor Camargo Guarnieri (1907-1993), pai de Tânia. A apresentação faz parte do projeto “Pró-Música em Concerto”, temporada 2010. Performances perfeitas. A nota dissonante foi uma "voz em off" que anunciou o início do espetáculo, uma mudança no programa, recomendações para desligar celulares, e esperar o final da execução da obra para o aplauso. Devia ter parado por aí. Num estilo bem provinciano e piegas desandou a falar sobre a apresentação usando um vocabulário infantil e completamente inadequado para o momento. As duas artistas entraram no palco, "morrendo de rir". E tiveram que respirar fundo para conseguir estancar o riso. Eu acho que elas riam desta inusitada locução. Na apresentação da Sonata de Cesar Franck, depois de dois movimentos, enquanto se preparavam para começar o terceiro, alguém da platéia disse bem alto: "Que vontade de aplaudir". Foi engraçado, porque a cada movimento dá vontade de aplaudir mesmo, ainda mais que não somos acostumados a assistir concertos de música erudita.
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2 comentários:
fui aluno da Araceli e nunca a vi tocar !!! A danada voltou a tocar depois que sai de Udia...
imagino que foi um otimo concerto
abraços
CH
Foi Maravilhoso! Está tocando muito, gravando cd, "bombando"
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